"Coisas Avulso" que vejo e gosto, sem um tema específico, sem tonalidade definida, sem contexto, sem introdução ou explicação, sem nada de coisa alguma, sem homogeneidade ou obrigatoriedade...
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
... Nem tudo é dias de sol,
E a chuva, quando falta muito, pede-se
-Por isso tomo a infelicidade com a felicidade
Naturalmente, como quem não estranha
Que haja montanhas e planícies
E quando haja rochedos e erva...
O que é preciso é ser-se natural e calmo
Na felicidade ou na infelicidade,
Sentir como quem olha,
Pensar como quem anda,
E quando se vai morrer, lembrar-se de que o dia morre,
E que o poente é belo e é bela a noite que fica...
Assim é e assim seja...
E a chuva, quando falta muito, pede-se
-Por isso tomo a infelicidade com a felicidade
Naturalmente, como quem não estranha
Que haja montanhas e planícies
E quando haja rochedos e erva...
O que é preciso é ser-se natural e calmo
Na felicidade ou na infelicidade,
Sentir como quem olha,
Pensar como quem anda,
E quando se vai morrer, lembrar-se de que o dia morre,
E que o poente é belo e é bela a noite que fica...
Assim é e assim seja...
-Fernando Pessoa-
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Sou um guardador de rebanhos,
O rebanho é os meus pensamentos
E os meus pensamentos são todos sensações.
Penso com os olhos e com os ouvidos
E com as mãos e os pés
E com o nariz e a boca.
Pensar uma flor é vê-la e cheirá-la
E comer um fruto é saber-lhe o sentido.
Por isso quando num dia de calor
Me sinto triste de gozá-lo tanto,
E me deito ao comprido na erva,
E fecho os olhos quentes,
Sinto todo o meu corpo deitado na realidade,
Sei a verdade e sou feliz.
O rebanho é os meus pensamentos
E os meus pensamentos são todos sensações.
Penso com os olhos e com os ouvidos
E com as mãos e os pés
E com o nariz e a boca.
Pensar uma flor é vê-la e cheirá-la
E comer um fruto é saber-lhe o sentido.
Por isso quando num dia de calor
Me sinto triste de gozá-lo tanto,
E me deito ao comprido na erva,
E fecho os olhos quentes,
Sinto todo o meu corpo deitado na realidade,
Sei a verdade e sou feliz.
-Fernando Pessoa-
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
terça-feira, 21 de agosto de 2012
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Guarda-Chuva
Os mais antigos que se conhecem foram da Mesopotâmia, há 3400 anos.
Na Mesopotâmia, região do actual Iraque, há 3400 anos já existiam
artefactos destinados a proteger a cabeça dos reis - contra o sol, não
contra a chuva, uma raridade naquele lugar. Assim como os abanos, eram
feitos de folhas de palmeiras, plumas e papiro.. No Egipto, adquiriram
significado religioso e na Grécia e em Roma eram tidos como artigo
exclusivamente feminino. Só no século XVIII a obstinação do comerciante
inglês Jonas Hanway, um apaixonado por guarda-chuvas (versão inglesa do
guarda-sol tropical), conseguiria torná-los dignos também de um
gentleman. Embora ridicularizado em vida, após a sua morte, em 1786, os
ingleses aceitaram sair à rua munido do acessório nos sempre frequentes
dias de chuvas do país.
Origem: Wikipédia
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
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